Etíopes e Tanzanianos Brilham na São Silvestre 2025; Brasileiros Celebram Terceiro Lugar

Etíopes e Tanzanianos Brilham na São Silvestre 2025

Na centésima edição da Corrida de São Silvestre, realizada nas ruas de São Paulo, Etíopes e Tanzanianos Brilham.

A emoção da centésima edição

Este evento, que é um dos mais tradicionais do calendário esportivo brasileiro, reuniu mais de 55 mil corredores, todos ávidos por cruzar a linha de chegada na icônica Avenida Paulista.

A prova, que já é uma tradição desde 1925, acontece sempre no último dia do ano, e é conhecida por seu percurso desafiador de 15 quilômetros, que serpenteia por algumas das principais vias históricas da capital paulista. Este ano, a competição foi ainda mais especial, pois marcou um século de histórias e conquistas.

A vitória de Muse Gizachew em que Etíopes e Tanzanianos Brilharam

Na categoria masculina, o etíope Muse Gizachew protagonizou um final de prova eletrizante. Nos últimos 50 metros, Gizachew conseguiu ultrapassar o queniano Jonathan Kipkoech, que havia liderado grande parte da corrida. Com um tempo de 44 minutos e 28 segundos, o etíope garantiu seu lugar no topo do pódio.

Kipkoech, que terminou apenas 4 segundos atrás de Gizachew, teve que se contentar com a segunda posição, completando a corrida em 44 minutos e 32 segundos. A disputa entre os dois foi acirrada e prendeu a atenção de todos que acompanhavam a prova.

O orgulho brasileiro

O Brasil também teve motivos para comemorar na São Silvestre 2025. O baiano Fábio Jesus, conhecido carinhosamente como o ‘Guerreiro do Sertão’, conquistou o terceiro lugar na prova masculina. Com um tempo de 45 minutos e 6 segundos, Fábio melhorou sua colocação em relação aos anos anteriores, mostrando evolução e determinação.

Na categoria feminina, a jovem baiana Núbia de Oliveira, de apenas 23 anos, também brilhou. Pelo segundo ano consecutivo, ela conquistou o terceiro lugar, completando o percurso em 52 minutos e 42 segundos. Núbia conseguiu melhorar seu tempo em relação à edição anterior, ficando apenas 12 segundos atrás da queniana Cynthia Chemweno, que ficou com a segunda posição.

Domínio tanzaniano na prova feminina

A corrida feminina foi dominada por Sisilia Panga, da Tanzânia, que percorreu os 15 quilômetros em 51 minutos e 9 segundos. Panga mostrou um desempenho consistente e não deu chances para suas adversárias, garantindo a vitória com uma margem confortável.

A queniana Cynthia Chemweno, que terminou em segundo lugar, completou a prova em 52 minutos e 30 segundos. A diferença de tempo entre as duas primeiras colocadas destacou o domínio de Panga ao longo do percurso.

Prêmios e reconhecimento para Etíopes e Tanzanianos

Os vencedores da São Silvestre 2025 não levaram para casa apenas o prestígio de vencer uma das corridas mais tradicionais do mundo, mas também receberam um prêmio total de R$ 62.600. Este valor foi dividido entre os campeões das categorias masculina e feminina, reconhecendo o esforço e a dedicação de cada atleta.

Portanto, a premiação é um incentivo para que corredores de elite de todo o mundo participem da prova, elevando o nível da competição e atraindo a atenção de fãs e entusiastas do atletismo.

A tradição continua

A São Silvestre é mais do que uma simples corrida; é um evento que une pessoas de diferentes origens e histórias em uma celebração de resistência e superação. A largada em ondas, uma característica marcante da prova, permite que corredores de todos os níveis participem, tornando a experiência inclusiva e diversificada.

Por fim, com o passar dos anos, a São Silvestre se consolidou como um símbolo de perseverança e determinação, inspirando gerações de corredores a desafiar seus limites e a buscar sempre o melhor de si mesmos.

A São Silvestre é mais do que uma simples corrida; é um evento que une pessoas de diferentes origens e histórias em uma celebração de resistência e superação.

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