Canobbio detalha adaptação a trocas de treinadores no Fluminense

Canobbio detalha adaptação a trocas de treinadores no Flu

Neste sábado (24), o atacante uruguaio Agustín Canobbio concedeu uma entrevista ao portal GE, diretamente do CT Carlos Castilho.

Agustín Canobbio fala sobre a adaptação no Fluminense

O jogador, que chegou ao Fluminense em 2022, tornou-se uma das peças fundamentais no esquema do Time de Guerreiros. Ele abordou os desafios de se ajustar a diferentes métodos de trabalho.

Desafios com múltiplos comandantes técnicos

Durante o bate-papo, Canobbio foi questionado sobre sua adaptação às constantes trocas de treinadores. Pelo Fluminense, ele já atuou sob a orientação de Mano Menezes, Renato Gaúcho e, mais recentemente, Luis Zubeldía. Esta sequência de mudanças exige flexibilidade tática e mental dos atletas.

Em suas palavras, “Todas as trocas têm filosofias novas e levam tempo”. Canobbio explicou que, ao chegar, tentou se adaptar a Mano Menezes. Posteriormente, a transição para Renato Gaúcho demandou um novo período de assimilação e aprendizado no clube.

Experiência prévia no futebol brasileiro

Consequentemente, a chegada de Luis Zubeldía representou outro momento de reajuste tático e de posicionamento em campo. No entanto, Canobbio afirmou ter familiaridade com essa dinâmica no futebol nacional. Ele destacou sua passagem anterior pelo Athletico-PR.

Lá, o atacante enfrentou uma situação similar, trabalhando com aproximadamente “uns oito treinadores” ao longo de sua estadia. Essa vivência prévia, portanto, contribui significativamente para sua capacidade de se ajustar rapidamente aos novos modelos e demandas técnicas.

Ademais, a fala do jogador sublinha a intensidade do calendário e a pressão por resultados no Brasil. A habilidade de se adaptar é uma característica valiosa para atletas em ligas com alta rotatividade de comissão técnica, como a Série A.

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