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Auxiliar do Fluminense aponta problemas após derrota para o Boavista

Após a derrota do Fluminense para o Boavista por 1 a 0, sábado, o auxiliar do Flu, Maxi Cuberas, detalhou os problemas enfrentados.

Em sua avaliação, Cuberas apontou que o resultado final esteve aquém do esperado pela comissão técnica. Ele ressaltou que, apesar de o Fluminense ter mantido o controle da posse de bola durante boa parte do confronto, houve uma clara dificuldade em concretizar as jogadas no terço final do campo. A diferença, por sua vez, foi a eficácia do adversário em converter uma oportunidade de bola parada em gol.

Desafios na criação ofensiva e estratégias futuras

Maxi Cuberas reiterou a importância de ser mais agressivo e eficiente ofensivamente. O Fluminense, mesmo com o domínio territorial, não conseguiu transformar essa superioridade em chances reais de gol. A falta de conexão e finalização foi um ponto crucial destacado pelo auxiliar.

Portanto, o foco agora, de acordo com o Auxiliar do Flu, é dar continuidade ao trabalho de preparação. A equipe deve otimizar todos os aspectos, tanto físicos quanto táticos, para assegurar que o Fluminense se apresente como uma equipe consistentemente competitiva em futuros desafios.

Ademais, ele enfatizou a necessidade de pensar no próximo jogo e trabalhar para buscar a vitória. A meta é ajustar os pontos fracos observados e reforçar as qualidades do elenco para reverter a situação no Campeonato Carioca.

Situação de Luís Zubeldía e o comando técnico

Maxi Cuberas está no comando técnico da equipe enquanto Luís Zubeldía se recupera de um procedimento cirúrgico. O treinador principal foi submetido a uma cirurgia cardíaca e está em fase de recuperação, afastado temporariamente das atividades diárias no clube.

No entanto, a previsão para o retorno de Zubeldía é otimista, com um prazo de até 15 dias após a intervenção cirúrgica. Desta forma, a expectativa é que o técnico esteja de volta às suas funções e com a equipe até o final do corrente mês, reassumindo o comando total do Fluminense.

A comissão técnica e o departamento médico monitoram de perto a evolução do treinador. A transição temporária de comando busca manter a estabilidade e o planejamento da equipe durante o período de ausência do técnico titular.

WagnerWeindler:

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